"O cacau como solução para parar e reverter o desmatamento da Mata Atlântica"
O Projeto Cacau que Refloresta restaura áreas degradadas por meio de sistemas agroflorestais produtivos combinando cacau clonado, espécies nativas e apicultura integrada — gerando renda para 300 famílias e sequestro verificável de carbono.
Quando o preço do cacau cai, produtores sem renda alternativa recorrem às árvores nativas remanescentes. O Projeto Cacau que Refloresta rompe esse ciclo ao tornar a floresta um ativo produtivo permanente.
Resta menos de 12% da cobertura original do bioma. O sul da Bahia concentra alguns dos maiores remanescentes contínuos ainda existentes — e os mais ameaçados.
Décadas de pecuária extensiva deixaram extensas áreas de pasto abandonado sem uso produtivo nem capacidade de regeneração natural espontânea.
O sistema cabruca transforma pastagem improdutiva em floresta produtiva e biodiversa — sem desmatar um centímetro de vegetação nativa existente.
O sistema cabruca é uma prática secular do sul da Bahia — cacau cultivado sob o dossel de árvores nativas. Estudos da CEPLAC e UESC demonstram que os cabrucais abrigam entre 40% e 70% das espécies originais da Mata Atlântica.
900 plantas/ha de clones certificados pela CEPLAC, com resistência à vassoura-de-bruxa e tolerância à monilíase. Espaçamento 3×3m para densidade ideal sob sombreamento.
→ 900 plantas/hectareCajazeira, jequitibá-branco, cedro, ipê-amarelo, mogno-baiano, aroeira e ingá — selecionadas pelo sombreamento, valor madeireiro e produção de frutos para fauna.
→ 9.000 nativas em 300 ha5 colmeias de Apis mellifera a cada grupo de 10 produtores. Aumenta até 30% a produtividade do cacau por polinização cruzada e gera renda com mel de floresta.
→ 120 colmeias ativas (ano 3)1.200 m² de estrutura, capacidade de 100.000 mudas/ano, irrigação por aspersão e equipe técnica permanente. Mudas repassadas a R$ 4,00 — até 70% abaixo do mercado.
→ 100.000 mudas/anoElegibilidade restrita a pastagem abandonada há 2+ anos, capoeira rala ou áreas com histórico de queimadas. Zero risco de substituição de vegetação nativa existente.
→ Critério rigoroso de seleçãoElegível a certificação Verra/VCS e Gold Standard a partir do 3º ano. 70–150 tCO₂eq/ha em 20 anos. Receita adicional estimada entre USD 210 mil e USD 450 mil.
→ Certificável a partir do ano 3Todos os dados coletados com metodologia documentada e compatível com GRI, ODS e IPCC AR6.
O projeto entrega resultados concretos nas três dimensões da sustentabilidade.
Indicadores verificáveis e compatíveis com GRI, SASB, TCFD e Princípios do Equador.
Investimento estruturado em cotas para a Fase Piloto (77 produtores · 77 ha · 12 meses). Impacto ambiental verificável, visibilidade institucional e contribuição às metas de carbono corporativo.
Taxa de câmbio de referência: R$ 5,65/USD (maio/2026). Valor recalculado na data de formalização.
Da estruturação do viveiro à expansão para 300 produtores, com monitoramento e relatórios em cada etapa.
Iniciativa combina cacau clonado, espécies nativas e apicultura integrada para reversão do desmatamento no sul da Bahia.
Leia mais →Metodologia auditável conforme IPCC AR6 abre caminho para certificação no mercado voluntário de carbono a partir do 3º ano.
Leia mais →Reconhecimento reforça a credibilidade institucional da cooperativa junto a patrocinadores e parceiros nacionais e internacionais.
Leia mais →Onde a mata fica, o futuro é possível. Faça parte dessa história.